Em missão à China e Finlândia liderando a delegação da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) o Secretário do Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, Álvaro Prata, visitou, no dia 27 de maio, a sede do Baidu em Pequim. Multinacional de origem chinesa, o site é hoje a segunda maior ferramenta de buscas no mundo. O Baidu nasceu na China há cerca de 15 anos e tornou-se o maior buscador do país. Hoje uma empresa global, listada na bolsa norte-americana NASDAQ desde 2005, tem valor de mercado de US$ 57 bilhões e ocupa a quinta posição entre os maiores websites do mundo.

O Baidu deu início às suas operações no Brasil em novembro de 2013, com produtos direcionados a computadores e celulares, além do portal Hao123.com.br. O produto mais aguardado da empresa é o buscador em português, que está em fase de preparação. Reconhecendo o segmento estratégico em que atua o Baidu, o Secretário Prata convidou a empresa a considerar a instalação de um centro de pesquisa e desenvolvimento no Brasil. A Presidente da Anprotec, Francilene Procópio Garcia, colocou a instituição à disposição para fornecer informações sobre os parques tecnológicos brasileiros.

Johnson Hu, Diretor de Negócios Globais do Baidu, apontou que o respeito à diversidade cultural dos diferentes países em que atua é um dos princípios da companhia, que busca conhecer profundamente os hábitos de seus usuários internacionais e valoriza a contratação de colaboradores de diferentes nacionalidades. Johnson ressaltou a importância do investimento estrangeiro direto na promoção da inovação nos países, modelo utilizado com sucesso pela China e que os parques tecnológicos brasileiros podem buscar implementar.

A Vallya acompanhou a delegação da Anprotec em Pequim, representada por uma de suas Sócias-diretoras, Larissa Wachholz. Larissa destacou que a viagem proporcionou aos membros da missão Anprotec contato com experiências de sucesso ligadas à instalação de empresas altamente inovadoras em parques tecnológicos e, acima de tudo, deu ao grupo uma demonstração do potencial que há ainda a ser explorado para a promoção da cooperação entre empresas brasileiras e chinesas por meio dos parques tecnológicos. Da China, a delegação seguiu para a Finlândia.

Por: Equipe de Redação Vallya


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