Há cerca de duas décadas, agências de fomento a exportações, associações e federações empresariais brasileiras investem na oferta de serviços para tornar as empresas brasileiras mais competitivas no cenário internacional. São treinamentos, participação em missões internacionais, assessoria em questões burocráticas, fiscais e tributárias. Hoje é possível até encomendar relatórios e pesquisas customizados por segmento de produto e mercados.

No dia 20 de outubro, o Instituto de Relações Governamentais - IRELGOV - promoveu na Confederação Nacional da Indústria - CNI - o primeiro evento da rodada de discussões com o tema Liderança Política e Participação do Setor Privado em Momentos de Crise.

Se por muito tempo o Brasil foi o país do futuro, o mesmo pode-se dizer da China como destino para o investimento das empresas brasileiras. O maior mercado doméstico do mundo, centro produtivo de fácil acesso à robusta região asiática, ainda é pouco explorado pela iniciativa privada brasileira.

O governo chinês concede benefícios para setores considerados prioritários em um plano quinquenal, e publicados no catálogo "Guia de Investimentos", que classifica os setores da economia nas categorias: encorajado, permitido, regulamentado ou proibido para o investimento estrangeiro. Para as empresas encorajadas, o governo concede benefícios fiscais. Para os demais, as facilidades já não são as mesmas da década de 90, quando se consolidou a grande base manufatureira chinesa.